{"id":160,"date":"2015-02-23T22:02:55","date_gmt":"2015-02-23T22:02:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.frsj.pt\/site\/?page_id=160"},"modified":"2024-09-27T11:37:32","modified_gmt":"2024-09-27T11:37:32","slug":"percurso-pedestre-do-reguengo","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.frsj.pt\/site\/?page_id=160","title":{"rendered":"Percurso Pedestre do Reguengo"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"160\" class=\"elementor elementor-160\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9fdeadf e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no e-con e-parent\" data-id=\"9fdeadf\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ba98f50 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"ba98f50\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Percurso Pedestre do Reguengo<\/h2>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8d15074 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no e-con e-parent\" data-id=\"8d15074\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5585a4bf e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no e-con e-parent\" data-id=\"5585a4bf\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-71189ad4 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"71189ad4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<strong>Ponto de partida e de chegada:<\/strong> Igreja paroquial do Reguengo.\r\n\r\n<strong>Extens\u00e3o:<\/strong> 10,25 km.\r\n\r\n<strong>Dura\u00e7\u00e3o:<\/strong> 4h.\r\n\r\n<strong>Dificuldade:<\/strong> m\u00e9dia.\r\n\r\n<strong>Apoios:<\/strong> sinaliza\u00e7\u00e3o e <a href=\"http:\/\/www.frsj.pt\/turismo\/PNSSM_Pedestre_Pedestre_Reguengo_Folheto.pdf\" target=\"_blank\">folheto<\/a>. Alojamento em Reguengo\r\n\r\n&nbsp;\r\n\r\n<figure id=\"attachment_177\" aria-describedby=\"caption-attachment-177\" style=\"width: 567px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.frsj.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/Mapa_Percurso_Pedestre.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-0\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-177 size-full\" src=\"http:\/\/www.frsj.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/Mapa_Percurso_Pedestre.jpg\" alt=\"Mapa Percurso Pedestre do Reguengo\" width=\"567\" height=\"595\" srcset=\"http:\/\/www.frsj.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/Mapa_Percurso_Pedestre.jpg 567w, http:\/\/www.frsj.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/Mapa_Percurso_Pedestre-286x300.jpg 286w\" sizes=\"(max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-177\" class=\"wp-caption-text\">Mapa Percurso Pedestre do Reguengo<\/figcaption><\/figure>\r\n\r\n<strong>Breve descri\u00e7\u00e3o<\/strong>\r\n\r\n\u00c9 um percurso acidentado com cumes, cristas e escarpas sobre a peneplanicie. A diversidade \u00e9 aspeto marcante, quer do ponto de vista geol\u00f3gico quer flor\u00edstico, encontram-se granitos que rondam os 500 milh\u00f5es de anos, cristas quartz\u00edticas do Ordov\u00edcico, xistos e quartzitos do Sil\u00farico, xistos argilosos e quartz\u00edticos do Dev\u00f3nico.\r\n\r\nNeste percurso s\u00e3o abundantes os passeriformes (aves vulgarmente conhecidas como &#8220;p\u00e1ssaros&#8221;). Quanto aos mam\u00edferos salienta-se o javali Sus scrofa e a gineta Genetta genetta. No que diz respeito aos anf\u00edbios e r\u00e9pteis as esp\u00e9cies mais marcantes s\u00e3o a r\u00e3-ib\u00e9rica Rana iberica , o sapo-parteiro Alytes osbtetricans , o lagarto-de-\u00e1gua Lacerta schreiberi e a cobra-de-pernas-pentad\u00e1ctila Chalcides bedriagai.\r\n\r\n&nbsp;\r\n\r\n<strong>Pontos de interesse<\/strong>\r\n\r\n&nbsp;\r\n\r\n1 &#8211; Igreja Paroquial do Reguengo &#8211; constru\u00e7\u00e3o do s\u00e9c. XVIII do tipo rural do Alto Alentejo.\r\n\r\n2 &#8211; Zona de floresta onde se misturam sobreiros Quercus suber, outros carvalhos Quercus spp. e pinheiro-bravo Pinus pinaster.\r\n\r\n3 &#8211; Souto &#8211; este tipo de castanheiro (para produ\u00e7\u00e3o de fruto) e o castin\u00e7al (para explora\u00e7\u00e3o florestal) s\u00e3o comuns na serra, principalmente entre as altitudes de 450 a 600 m.\r\n\r\n4 &#8211; Montado de carvalho-negral e azinheira &#8211; o carvalho-negral Quercus pyrenaica indica uma influ\u00eancia atl\u00e2ntica, enquanto a azinheira Quercus rotundifolia revela uma influ\u00eancia mediterr\u00e2nica.\r\n\r\n5 &#8211; Zona adjacente \u00e0 Quinta da Relva &#8211; exemplo da integra\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies aut\u00f3ctones (i.e. nativas da regi\u00e3o) e ornamentais, de montados com pastagens naturais e de cortinas de arvoredo para prote\u00e7\u00e3o contra os ventos.\r\n\r\n6 &#8211; \u00c1rea de pecu\u00e1ria &#8211; exagerada press\u00e3o da pecu\u00e1ria \u00e0 base de gado caprino. Solo despido de vegeta\u00e7\u00e3o herb\u00e1cea e arbustiva.\r\n\r\n7 &#8211; Arboriza\u00e7\u00e3o com pinhal de v\u00e1rias idades &#8211; pinheiros plantados segundo as curvas de n\u00edvel e outros deixados \u00e0 regenera\u00e7\u00e3o natural. \u00c9 neste tro\u00e7o que se observam as mais belas panor\u00e2micas do percurso.\r\n\r\n8 &#8211; Escarpas quartz\u00edticas da Feiteirinha &#8211; zona totalmente dasarborizada, com algumas forma\u00e7\u00f5es arbustivas.\r\n\r\n9 &#8211; Quinta da Lameira (propriedade privada) &#8211; apresenta uma casa nobre do s\u00e9c. XVIII, v\u00e1rias fontes e tanques em alvenaria, m\u00e1rmores e azulejos enquadram o edif\u00edcio.\r\n\r\n&nbsp;\r\n<h6><strong>Fonte:<\/strong> http:\/\/www.icnf.pt\/<\/h6>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Percurso Pedestre do Reguengo Ponto de partida e de chegada: Igreja paroquial do Reguengo. Extens\u00e3o: 10,25 km. Dura\u00e7\u00e3o: 4h. Dificuldade: m\u00e9dia. Apoios: sinaliza\u00e7\u00e3o e folheto. Alojamento em Reguengo &nbsp; Breve descri\u00e7\u00e3o \u00c9 um percurso acidentado com cumes, cristas e escarpas sobre a peneplanicie. A diversidade \u00e9 aspeto marcante, quer do ponto de vista geol\u00f3gico quer flor\u00edstico, encontram-se granitos que rondam os 500 milh\u00f5es de anos, cristas quartz\u00edticas do Ordov\u00edcico, xistos e quartzitos do Sil\u00farico, xistos argilosos e quartz\u00edticos do Dev\u00f3nico. Neste percurso s\u00e3o abundantes os passeriformes (aves vulgarmente conhecidas como &#8220;p\u00e1ssaros&#8221;). Quanto aos mam\u00edferos salienta-se o javali Sus scrofa e a gineta Genetta genetta. No que diz respeito aos anf\u00edbios e r\u00e9pteis as esp\u00e9cies mais marcantes s\u00e3o a r\u00e3-ib\u00e9rica Rana iberica , o sapo-parteiro Alytes osbtetricans , o lagarto-de-\u00e1gua Lacerta schreiberi e a cobra-de-pernas-pentad\u00e1ctila Chalcides bedriagai. &nbsp; Pontos de interesse &nbsp; 1 &#8211; Igreja Paroquial do Reguengo &#8211; constru\u00e7\u00e3o do s\u00e9c. XVIII do tipo rural do Alto Alentejo. 2 &#8211; Zona de floresta onde se misturam sobreiros Quercus suber, outros carvalhos Quercus spp. e pinheiro-bravo Pinus pinaster. 3 &#8211; Souto &#8211; este tipo de castanheiro (para produ\u00e7\u00e3o de fruto) e o castin\u00e7al (para explora\u00e7\u00e3o florestal) s\u00e3o comuns na serra, principalmente entre as altitudes de 450 a 600 m. 4 &#8211; Montado de carvalho-negral e azinheira &#8211; o carvalho-negral Quercus pyrenaica indica uma influ\u00eancia atl\u00e2ntica, enquanto a azinheira Quercus rotundifolia revela uma influ\u00eancia mediterr\u00e2nica. 5 &#8211; Zona adjacente \u00e0 Quinta da Relva &#8211; exemplo da integra\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies aut\u00f3ctones (i.e. nativas da regi\u00e3o) e ornamentais, de montados com pastagens naturais e de cortinas de arvoredo para prote\u00e7\u00e3o contra os ventos. 6 &#8211; \u00c1rea de pecu\u00e1ria &#8211; exagerada press\u00e3o da pecu\u00e1ria \u00e0 base de gado caprino. 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